Todos os cantos e recantos de ti.
27 de dezembro de 2009
22 de dezembro de 2009
30 de novembro de 2009
29 de novembro de 2009
Tudo é distante, acordamos e temos a distância no pensamento. Esboçamos um sorriso, começamos com a felicidade.
Passam alguns minutos, chega a incerteza por causa da ausência da distância.
É final do dia, pensamos e temos segurança a correr pelo sangue até que, vem até nós a solidão.
Esquecemo-nos da segurança e caem lágrimas de dores passadas.
Somos nós que traçamos a tristeza.
28 de novembro de 2009
23 de novembro de 2009
21 de novembro de 2009
19 de novembro de 2009
15 de novembro de 2009
2 de novembro de 2009
1 de novembro de 2009
28 de outubro de 2009
Um dia,
os laços são cordas que nos prendem.
Acordamos presos e deitamo-nos a sufocar.
Não há ar limpo, tentamos respirar mas nunca chega aos pulmões.
Outro dia,
acordamos num mar de sonhos que nos prometem milagres,
vemos os milagres.
Somos tão felizes.
Algures no tempo,
os milagres já aconteceram.
Afinal, os sonhos não passavam de sonhos.
27 de outubro de 2009
22 de outubro de 2009
19 de outubro de 2009
18 de outubro de 2009
13 de outubro de 2009
11 de outubro de 2009
6 de outubro de 2009

Amália Rodrigues, a dor da Alma.
10 anos - em 1999 pedi à minha mãe no dia em que soube pela tv que a Amália tinha morrido para irmos ao seu funeral, não fui.
Prometo que um dia irei à Estrela só para ir ver a Amália.
Foi por vontade de Deus
que eu vivo nesta ansiedade.
Que todos os ais são meus,
Que é toda minha a saudade.
Foi por vontade de Deus.
Que estranha forma de vida
tem este meu coração:
vive de forma perdida;
Quem lhe daria o condão?
Que estranha forma de vida.
Coração independente,
coração que não comando:
vive perdido entre a gente,
teimosamente sangrando,
coração independente.
Eu não te acompanho mais:
para, deixa de bater.
Se não sabes aonde vais,
porque teimas em correr,
eu não te acompanho mais.
que eu vivo nesta ansiedade.
Que todos os ais são meus,
Que é toda minha a saudade.
Foi por vontade de Deus.
Que estranha forma de vida
tem este meu coração:
vive de forma perdida;
Quem lhe daria o condão?
Que estranha forma de vida.
Coração independente,
coração que não comando:
vive perdido entre a gente,
teimosamente sangrando,
coração independente.
Eu não te acompanho mais:
para, deixa de bater.
Se não sabes aonde vais,
porque teimas em correr,
eu não te acompanho mais.