Days of sadness.
22 de outubro de 2009
19 de outubro de 2009
18 de outubro de 2009
13 de outubro de 2009
11 de outubro de 2009
6 de outubro de 2009

Amália Rodrigues, a dor da Alma.
10 anos - em 1999 pedi à minha mãe no dia em que soube pela tv que a Amália tinha morrido para irmos ao seu funeral, não fui.
Prometo que um dia irei à Estrela só para ir ver a Amália.
Foi por vontade de Deus
que eu vivo nesta ansiedade.
Que todos os ais são meus,
Que é toda minha a saudade.
Foi por vontade de Deus.
Que estranha forma de vida
tem este meu coração:
vive de forma perdida;
Quem lhe daria o condão?
Que estranha forma de vida.
Coração independente,
coração que não comando:
vive perdido entre a gente,
teimosamente sangrando,
coração independente.
Eu não te acompanho mais:
para, deixa de bater.
Se não sabes aonde vais,
porque teimas em correr,
eu não te acompanho mais.
que eu vivo nesta ansiedade.
Que todos os ais são meus,
Que é toda minha a saudade.
Foi por vontade de Deus.
Que estranha forma de vida
tem este meu coração:
vive de forma perdida;
Quem lhe daria o condão?
Que estranha forma de vida.
Coração independente,
coração que não comando:
vive perdido entre a gente,
teimosamente sangrando,
coração independente.
Eu não te acompanho mais:
para, deixa de bater.
Se não sabes aonde vais,
porque teimas em correr,
eu não te acompanho mais.
29 de setembro de 2009
Há palavras e pessoas de quem não nos lembraremos amanhã.
Tu és o hoje, sem memórias, nem passados.
Folha em branco de um papel especial comprado algures em Paris.
Tens pequenos post-it, nada em concreto, para não estragar um papel parisiense.
As ideias vão surgindo, há esboços de ti no recôndito de um livro por ler.
Talvez um dia leia esse livro.
Quem sabe, se amanhã não será um livro de cabeceira?
25 de setembro de 2009
22 de setembro de 2009
21 de setembro de 2009
1 de agosto de 2009
12 de julho de 2009
9 de julho de 2009
8 de julho de 2009
28 de junho de 2009
Jacqueline du Pré, o anjo do violoncelo.
Violoncelista inglesa, começou a tocar com 5 anos e iniciou a sua carreira aos 16 anos, adorada desde cedo pela crítica. Durante os 10 anos seguintes foi considerada dos melhores e mais criativos músicos da música clássica, colaborou e gravou com o maestro e pianista Daniel Barenboim, com quem acabou por casar. Infelizmente, a sua carreira foi limitada pela esclerose múltipla que lhe surgiu com 26 anos, aos 28 anos deixou de tocar visto que tinha perdido a sensibilidade nas mãos. Morreu aos 42 anos, ainda que a sua memória esteja muito presente nos dias de hoje.
Aqui fica a minha pequena homenagem à que eu considero a melhor violoncelista de todos os tempos, além do carinho especial por partilharmos o mesmo nome :).
Dedicado à du Pré e a todas as "Jaqueline" no mundo.
26 de junho de 2009
21 de junho de 2009
7 de junho de 2009
26 de maio de 2009
Já não há correntes a prender-te ao fundo do Atlântico.
Hoje amanheceu ainda a noite pairava no céu e as estrelas indicaram-te ao fim de tanto tempo o caminho a seguir.
Este é um novo início.
Hoje é dia de partir, e não sei meu caro Torga tal como tu quando hei-de chegar, vou de férias por tempo indefinido. Talvez me vá dedicar à Arte Floral… quando surgirem novas cores no meu jardim, deixo-te um bilhetinho. Até mais logo!
24 de abril de 2009
19 de abril de 2009
11 de abril de 2009
Os olhos são o espelho d'Alma perdida e desencantada que deixaste num passado longínquo, para lá da linha do horizonte.
É o mar que te lembra da tua Alma outrora simples e bonita, sem complexos e esquemas por resolver. O Mar traz-te a brisa da Alma e recordas a felicidade do belo aroma da areia e do pôr-do-sol.
Há asas! e hoje as asas voam ao sabor do vento, são de várias cores e abrem a mala da imaginação, escondida no sótão do teu pensamento. Por entre as nuvens surgem tímidos, os raios de sol de fim de tarde, que te vêm aquecer o coração.
A Alma permanece congelada logo abaixo da íris. O castanho dos teus olhos, quente e exótico engana o coração e também as memórias do passado.
Aparecem de novo os últimos raios de sol, mas desta vez, já não trazem calor, nem abrigo.
Tentas aquecer-te com o cobertor azul da conformidade.
"O ser humano vive em conformidade com o meio que o rodeia e adequa-se às situações menos esperadas."
Ora, que treta! Eu não me conformo com as asas nem com os vôos ao pôr-do-sol, não nego que me aquecem, porém quando a noite chega, nenhum cobertor aconchega e não há ninguém a dizer: "... ainda há esperança." Aí, surgem as memórias e tento acreditar na realidade sombria da minha vida. A verdade é que nunca me chego a conformar, porque nunca atinjo a percepção de realidade.
A conformidade aparece-me subtilmente.
A palavra de começo para a concretização do sonho. Nunca me conformo e abandono os sonhos para os guardar na mala da imaginação e sobreviver com a frieza do vento.
O sol espreita novamente e o horizonte aproxima-se da Alma, dou início a um novo sonho e adormeço outra vez.
Les mémoires de ton vie...:
19:24, 6 de Abril, Salgado, Parapentes franceses, Ala do Fim do mundo.